Da autora de Vista chinesa e Melhor não contar, uma coletânea de ensaios que transformam a leitura solitária em experiência compartilhada
Diga a coisa como ela é reúne mais de quarenta textos de Tatiana Salem Levy publicados ao longo de quase uma década em sua coluna quinzenal no Valor Econômico. O material transita entre a crítica e a narrativa, aproximando-se ora do ensaio, ora da crônica, para pensar a literatura como campo de experiência e indagação. Organizado em seis blocos temáticos, mas sem estabelecer hierarquias nem definições rígidas, a coletânea percorre um amplo repertório de leituras — de clássicos como Sófocles, Tolstói e Mary Shelley a autores contemporâneos como Micheliny Verunschk e Itamar Vieira Junior — que exploram a relação entre pais e filhos, as representações do corpo na literatura, as experiências do feminino e os paralelos entre ficção e memória, além de trazer reflexões sobre identidade, sexualidade, filosofia, meio ambiente, crítica e política.
O que se revela aqui é uma escritora que enxerga a leitura como prática vital: um modo de ver e compreender o mundo, de interrogar a linguagem e a própria existência, e de acercar-se das “coisas como elas são” — ainda que inevitavelmente mediadas pela interpretação. Sem se prender ao modelo tradicional da crítica literária, a autora integra referências teóricas e culturais a uma escrita fluida e envolvente, que privilegia o fluxo do pensamento em vez da análise sistemática. Sua sensibilidade de narradora retira os livros de um lugar distanciado e os traz para o centro do texto, tornando-os quase palpáveis.
Premiada por seus romances e considerada uma das autoras mais relevantes da literatura brasileira contemporânea, autora de livros como Vista chinesa e Melhor não contar, Tatiana Salem Levy confirma em Diga a coisa como ela é seu talento também como ensaísta e, acima de tudo, como grande leitora. O livro nos dá a oportunidade de acompanhar a forma como sua voz de ficcionista se constrói a partir do encontro com outras vozes, num exercício contínuo de experimentação em que a narrativa literária se aproxima da crítica e a reflexão crítica se abre à narrativa. O volume se encerra com uma seção de leituras recomendadas, que enumera as obras centrais comentadas pela autora e convida o leitor a prolongar a experiência.
Gênero Ensaio
Páginas 240 páginas
Formato 14 x 21 cm
ISBN 978-65-84835-67-2
Lançamento 11 de Julho de 2026
Da autora de Vista chinesa e Melhor não contar, uma coletânea de ensaios que transformam a leitura solitária em experiência compartilhada
Diga a coisa como ela é reúne mais de quarenta textos de Tatiana Salem Levy publicados ao longo de quase uma década em sua coluna quinzenal no Valor Econômico. O material transita entre a crítica e a narrativa, aproximando-se ora do ensaio, ora da crônica, para pensar a literatura como campo de experiência e indagação. Organizado em seis blocos temáticos, mas sem estabelecer hierarquias nem definições rígidas, a coletânea percorre um amplo repertório de leituras — de clássicos como Sófocles, Tolstói e Mary Shelley a autores contemporâneos como Micheliny Verunschk e Itamar Vieira Junior — que exploram a relação entre pais e filhos, as representações do corpo na literatura, as experiências do feminino e os paralelos entre ficção e memória, além de trazer reflexões sobre identidade, sexualidade, filosofia, meio ambiente, crítica e política.
O que se revela aqui é uma escritora que enxerga a leitura como prática vital: um modo de ver e compreender o mundo, de interrogar a linguagem e a própria existência, e de acercar-se das “coisas como elas são” — ainda que inevitavelmente mediadas pela interpretação. Sem se prender ao modelo tradicional da crítica literária, a autora integra referências teóricas e culturais a uma escrita fluida e envolvente, que privilegia o fluxo do pensamento em vez da análise sistemática. Sua sensibilidade de narradora retira os livros de um lugar distanciado e os traz para o centro do texto, tornando-os quase palpáveis.
Premiada por seus romances e considerada uma das autoras mais relevantes da literatura brasileira contemporânea, autora de livros como Vista chinesa e Melhor não contar, Tatiana Salem Levy confirma em Diga a coisa como ela é seu talento também como ensaísta e, acima de tudo, como grande leitora. O livro nos dá a oportunidade de acompanhar a forma como sua voz de ficcionista se constrói a partir do encontro com outras vozes, num exercício contínuo de experimentação em que a narrativa literária se aproxima da crítica e a reflexão crítica se abre à narrativa. O volume se encerra com uma seção de leituras recomendadas, que enumera as obras centrais comentadas pela autora e convida o leitor a prolongar a experiência.
Gênero Ensaio
Páginas 240 páginas
Formato 14 x 21 cm
ISBN 978-65-84835-67-2
Lançamento 11 de Julho de 2026