Pré-venda - Pi: uma autobiografia infinita

Sou conhecido no mundo inteiro, mas minha fama nem sempre é das melhores. Na verdade, muita gente se intimida comigo. Por isso decidi escrever minha biografia: para que me conheçam um pouco melhor e assim, quem sabe, acabem gostando um pouco mais de mim. O fato é que algumas coisas sobre mim nem eu mesmo sei, e talvez esta seja a oportunidade de você me ajudar a entendê-las.

Assim começa a autobiografia mais improvável da matemática: narrada pelo próprio número Pi, esse personagem irracional, infinito e por vezes incompreendido. Ao longo destas páginas, o narrador nos conduz por sua trajetória épica: das aproximações de Arquimedes aos métodos inovadores de Ramanujan, passando pelas descobertas de Liu Hui, o primeiro a dar ao número a notação decimal utilizada até hoje: 3,14.

Escrito pela matemática iraniana Mahsa Allahbakhshi e pelo divulgador científico chileno Andrés Navas, com ilustrações vibrantes da designer mexicana Verena Rodríguez, o livro dá voz a um Pi aventureiro e curioso, que percorre a história da humanidade em busca de respostas sobre si mesmo e seus enigmas. Nessas andanças, atravessa fronteiras e milênios e nos mostra como, desde a Antiguidade, diversos povos — egípcios, babilônios, chineses e gregos — se aproximaram de seu valor. Entre as figuras que marcaram sua jornada, Arquimedes surge como herói fundador, seguido por outros matemáticos que, com engenho e perseverança, buscaram compreender esse número que nunca se deixa capturar por completo.

Ao chegar à era moderna, Pi revela como o cálculo diferencial, as séries e os radianos ampliaram o conhecimento sobre suas casas decimais, enquanto a célebre quadratura do círculo mobilizou mentes brilhantes até se provar impossível. Em meio a curiosidades, anedotas, explicações teóricas e episódios históricos, o narrador mostra como cada tentativa de decifrá-lo impulsionou novos avanços na matemática.

Na terceira parte, o século xx, há uma virada em sua história: Ramanujan revoluciona os métodos de cálculo; décadas mais tarde, a ferramenta do matemático indiano se soma ao poder dos supercomputadores, possibilitando o registro de trilhões de dígitos de Pi. Num dos capítulos finais de sua autobiografia, escrito exclusivamente para a edição brasileira, o narrador desembarca no Brasil para o Congresso Internacional de Matemática realizado em 2018 no Rio de Janeiro. E em São Paulo, numa espécie de antessala do congresso, integrantes da União Matemática Internacional (IMU) aprovam a escolha de 14 de março como Dia Internacional da Matemática — motivo de festa para o protagonista, já que a data, pela formulação usual nos Estados Unidos, remete a seus dígitos mais conhecidos: 3,14. 

Em prosa leve e irreverente, com uma pitada de erudição, Pi revela como se tornou um dos números mais fascinantes da história.

FICHA TÉCNICA

Gênero Ensaio
Páginas 144 páginas
Formato 14 x 21 cm
ISBN 978-65-84835-61-0
Lançamento 07 de Fevereiro de 2026

R$79,90


Sou conhecido no mundo inteiro, mas minha fama nem sempre é das melhores. Na verdade, muita gente se intimida comigo. Por isso decidi escrever minha biografia: para que me conheçam um pouco melhor e assim, quem sabe, acabem gostando um pouco mais de mim. O fato é que algumas coisas sobre mim nem eu mesmo sei, e talvez esta seja a oportunidade de você me ajudar a entendê-las.

Assim começa a autobiografia mais improvável da matemática: narrada pelo próprio número Pi, esse personagem irracional, infinito e por vezes incompreendido. Ao longo destas páginas, o narrador nos conduz por sua trajetória épica: das aproximações de Arquimedes aos métodos inovadores de Ramanujan, passando pelas descobertas de Liu Hui, o primeiro a dar ao número a notação decimal utilizada até hoje: 3,14.

Escrito pela matemática iraniana Mahsa Allahbakhshi e pelo divulgador científico chileno Andrés Navas, com ilustrações vibrantes da designer mexicana Verena Rodríguez, o livro dá voz a um Pi aventureiro e curioso, que percorre a história da humanidade em busca de respostas sobre si mesmo e seus enigmas. Nessas andanças, atravessa fronteiras e milênios e nos mostra como, desde a Antiguidade, diversos povos — egípcios, babilônios, chineses e gregos — se aproximaram de seu valor. Entre as figuras que marcaram sua jornada, Arquimedes surge como herói fundador, seguido por outros matemáticos que, com engenho e perseverança, buscaram compreender esse número que nunca se deixa capturar por completo.

Ao chegar à era moderna, Pi revela como o cálculo diferencial, as séries e os radianos ampliaram o conhecimento sobre suas casas decimais, enquanto a célebre quadratura do círculo mobilizou mentes brilhantes até se provar impossível. Em meio a curiosidades, anedotas, explicações teóricas e episódios históricos, o narrador mostra como cada tentativa de decifrá-lo impulsionou novos avanços na matemática.

Na terceira parte, o século xx, há uma virada em sua história: Ramanujan revoluciona os métodos de cálculo; décadas mais tarde, a ferramenta do matemático indiano se soma ao poder dos supercomputadores, possibilitando o registro de trilhões de dígitos de Pi. Num dos capítulos finais de sua autobiografia, escrito exclusivamente para a edição brasileira, o narrador desembarca no Brasil para o Congresso Internacional de Matemática realizado em 2018 no Rio de Janeiro. E em São Paulo, numa espécie de antessala do congresso, integrantes da União Matemática Internacional (IMU) aprovam a escolha de 14 de março como Dia Internacional da Matemática — motivo de festa para o protagonista, já que a data, pela formulação usual nos Estados Unidos, remete a seus dígitos mais conhecidos: 3,14. 

Em prosa leve e irreverente, com uma pitada de erudição, Pi revela como se tornou um dos números mais fascinantes da história.

FICHA TÉCNICA

Gênero Ensaio
Páginas 144 páginas
Formato 14 x 21 cm
ISBN 978-65-84835-61-0
Lançamento 07 de Fevereiro de 2026