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Matemática para seres humanos (e alguns robôs)

Da Antiguidade à cultura pop, a matemática sob o olhar de um cronista habilidoso

 

A matemática é capaz de explicar as contradições da democracia, de revelar como a estatística foi distorcida para sustentar ideias racistas e até de comparar a popularidade de Taylor Swift com a de Selena Gomez. Nas crônicas de Matemática para seres humanos (e alguns robôs), Marcelo Viana coloca a ciência dos números em diálogo com áreas tão heterogêneas quanto a história, o esporte, a arte, a política e o cotidiano.

 

Figuras como Platão, Arquimedes, Al-Khwarizmi, Gödel e Michelangelo aparecem em histórias que aproximam passado e presente: dos grandes debates científicos às fronteiras da inteligência artificial, dos paradoxos estatísticos às relações com a literatura. Ao longo dos textos, o diretor-geral do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa) também investiga objetos e situações corriqueiras — como códigos de barras, eleições, torneios esportivos e decisões coletivas — para trazer à tona o que há de matemática por trás deles. Vale destacar o trabalho de pesquisa feito para dar visibilidade às mulheres que foram pioneiras na matemática, tanto no Brasil quanto no restante do mundo. 

 

Num estilo claro e irreverente, Viana combina episódios históricos, referências culturais e conceitos matemáticos sem transformar o rigor em obstáculo para a leitura. Tudo se encadeia de forma orgânica, com a naturalidade de uma boa conversa. Dividido em sete eixos, o livro explora diversos caminhos do pensamento matemático, trazendo ainda ao final uma seção de desafios para o leitor testar o próprio raciocínio. 

 

Depois do sucesso de Histórias da matemática e A descoberta dos números, Viana retorna ao formato de seu primeiro livro, reunindo textos que combinam precisão, leveza e uma visão ampla da matemática como forma de compreender o mundo.

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Da Antiguidade à cultura pop, a matemática sob o olhar de um cronista habilidoso

 

A matemática é capaz de explicar as contradições da democracia, de revelar como a estatística foi distorcida para sustentar ideias racistas e até de comparar a popularidade de Taylor Swift com a de Selena Gomez. Nas crônicas de Matemática para seres humanos (e alguns robôs), Marcelo Viana coloca a ciência dos números em diálogo com áreas tão heterogêneas quanto a história, o esporte, a arte, a política e o cotidiano.

 

Figuras como Platão, Arquimedes, Al-Khwarizmi, Gödel e Michelangelo aparecem em histórias que aproximam passado e presente: dos grandes debates científicos às fronteiras da inteligência artificial, dos paradoxos estatísticos às relações com a literatura. Ao longo dos textos, o diretor-geral do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa) também investiga objetos e situações corriqueiras — como códigos de barras, eleições, torneios esportivos e decisões coletivas — para trazer à tona o que há de matemática por trás deles. Vale destacar o trabalho de pesquisa feito para dar visibilidade às mulheres que foram pioneiras na matemática, tanto no Brasil quanto no restante do mundo. 

 

Num estilo claro e irreverente, Viana combina episódios históricos, referências culturais e conceitos matemáticos sem transformar o rigor em obstáculo para a leitura. Tudo se encadeia de forma orgânica, com a naturalidade de uma boa conversa. Dividido em sete eixos, o livro explora diversos caminhos do pensamento matemático, trazendo ainda ao final uma seção de desafios para o leitor testar o próprio raciocínio. 

 

Depois do sucesso de Histórias da matemática e A descoberta dos números, Viana retorna ao formato de seu primeiro livro, reunindo textos que combinam precisão, leveza e uma visão ampla da matemática como forma de compreender o mundo.