A Quatro Cinco Um é uma revista voltada a quem lê livros sem parar. Mensalmente, a publicação cobre cerca de vinte áreas, com resenhas e serviços sobre mais de cem livros recém-lançados.
A edição de junho da Quatro Cinco Um traz um especial sobre o dramaturgo irlandês Samuel Beckett (1906-1989). Fábio de Souza Andrade escreve sobre a chegada das peças e da prosa do dramaturgo ao Brasil desde os anos 1950; Matheus Cenachi analisa a atualidade de Beckett 120 anos após seu nascimento; Marcela Oliveira explora a peculiar lógica beckettiana; e Guilherme Gontijo Flores resenha Fim de partida. Arte da capa: Susa Monteiro.
A revista também traz textos sobre o desmedido e divertido amor de Gregorio Duvivier pela língua, por Caetano W. Galindo; Parcelado e o ciclo de acesso, consumo e dívida nas periferias de São Paulo, por Maria Luiza Rocha Bueno; a análise de Lydia Davis da sua própria escrita, por Luana Chnaiderman; as novas antologias de prosa e poesia de Fernando Pessoa, por Guilherme Magalhães; uma entrevista com Natalia Timerman, que lança Antes que apague, por Adriana Ferreira; e o lançamento do infantojuvenil póstumo de Nêgo Bispo, por Bianca Tavolari.
Mais na edição: as formas de ver o mundo de Fabio Morábito, por Schneider Carpeggiani; a gramática política de Michel Gherman, Ronilso Pacheco e Ana Luiza Albuquerque, por Júlio Canhada; entrevistas com Bruna Beber sobre Pó de arroz, por Iara Biderman, e com Tracy Mann sobre a cena musical baiana nos anos 70, por Erika Muniz; e, em ritmo de Copa, Luiza Romão escreve sobre os abraços inexplicáveis do futebol.
+ colunas: Paulo Roberto Pires resenha Apesar dos meus ossos roídos, de André Viana; Juliana Borges lembra dos domingos em família, Djaimilia Pereira de Almeida reflete sobre os espaços íntimos da casa; Humberto Brito discute o retorno da leitura atenta; Ondjaki pensa o tempo como matérias da literatura; e Renato Parada fotografa a poeta e tradutora Ana Guadalupe.
+ resenhas: o thriller melancólico de Tokurō Nukui, por Carlos André Moreira; o ensaio de Gabriel Weber sobre a linha de ônibus 474 e as dinâmicas urbanas do Rio de Janeiro, por Mariana Schiller; as possibilidades de articulação entre liberalismo e fascismo propostas por Alvaro Bianchi, por Raissa Wihby Ventura.
A edição de maio destaca 16 livros e traz um listão com 114 lançamentos em 24 áreas.
A Quatro Cinco Um é uma revista voltada a quem lê livros sem parar. Mensalmente, a publicação cobre cerca de vinte áreas, com resenhas e serviços sobre mais de cem livros recém-lançados.
A edição de junho da Quatro Cinco Um traz um especial sobre o dramaturgo irlandês Samuel Beckett (1906-1989). Fábio de Souza Andrade escreve sobre a chegada das peças e da prosa do dramaturgo ao Brasil desde os anos 1950; Matheus Cenachi analisa a atualidade de Beckett 120 anos após seu nascimento; Marcela Oliveira explora a peculiar lógica beckettiana; e Guilherme Gontijo Flores resenha Fim de partida. Arte da capa: Susa Monteiro.
A revista também traz textos sobre o desmedido e divertido amor de Gregorio Duvivier pela língua, por Caetano W. Galindo; Parcelado e o ciclo de acesso, consumo e dívida nas periferias de São Paulo, por Maria Luiza Rocha Bueno; a análise de Lydia Davis da sua própria escrita, por Luana Chnaiderman; as novas antologias de prosa e poesia de Fernando Pessoa, por Guilherme Magalhães; uma entrevista com Natalia Timerman, que lança Antes que apague, por Adriana Ferreira; e o lançamento do infantojuvenil póstumo de Nêgo Bispo, por Bianca Tavolari.
Mais na edição: as formas de ver o mundo de Fabio Morábito, por Schneider Carpeggiani; a gramática política de Michel Gherman, Ronilso Pacheco e Ana Luiza Albuquerque, por Júlio Canhada; entrevistas com Bruna Beber sobre Pó de arroz, por Iara Biderman, e com Tracy Mann sobre a cena musical baiana nos anos 70, por Erika Muniz; e, em ritmo de Copa, Luiza Romão escreve sobre os abraços inexplicáveis do futebol.
+ colunas: Paulo Roberto Pires resenha Apesar dos meus ossos roídos, de André Viana; Juliana Borges lembra dos domingos em família, Djaimilia Pereira de Almeida reflete sobre os espaços íntimos da casa; Humberto Brito discute o retorno da leitura atenta; Ondjaki pensa o tempo como matérias da literatura; e Renato Parada fotografa a poeta e tradutora Ana Guadalupe.
+ resenhas: o thriller melancólico de Tokurō Nukui, por Carlos André Moreira; o ensaio de Gabriel Weber sobre a linha de ônibus 474 e as dinâmicas urbanas do Rio de Janeiro, por Mariana Schiller; as possibilidades de articulação entre liberalismo e fascismo propostas por Alvaro Bianchi, por Raissa Wihby Ventura.
A edição de maio destaca 16 livros e traz um listão com 114 lançamentos em 24 áreas.