A Quatro Cinco Um é uma revista voltada a quem lê livros sem parar. Mensalmente, a publicação cobre cerca de vinte áreas, com resenhas e serviços sobre mais de cem livros recém-lançados.
A Quatro Cinco Um de janeiro traz um especial sobre Zadie Smith. Em entrevista a Iara Biderman, a escritora inglesa fala sobre A fraude, seu primeiro romance histórico, que chegou ao Brasil em 2025 pela Companhia das Letras. A revista dos livros traz ainda um ensaio de Smith sobre sua relação com a escrita. A tradução é de Camila von Holdefer, que também verteu para o português o romance da autora. Fotografia da capa: Kemka Ajoku.
A primeira edição de 2026 traz uma entrevista com Leonardo Padura, por Isabel Lucas; e uma resenha de Ir até Havana (trad. de Monica Stahel), o mais recente lançamento do escritor cubano no Brasil, por Bianca Tavolari. Abrindo o ano, temos ainda um ensaio de Milton Hatoum sobre Lavoura Arcaica e os noventa anos de Raduan Nassar; um perfil de Ruth Rocha, por Marcella Fraco; e textos sobre o Nobel de Literatura László Krasznahorkai, por Luis Campagnoli e Kelvin Falcão Klein.
Janeiro traz também textos sobre os brasileirismos na tradução dos versos de Lord Byron, por Leonardo Fróes (1941-2025); as lembranças de infância de Domenico Starnone, por Francesca Cricelli; a fabulosa história dos números de Marcelo Viana, por Jana Viscardi; o trabalho simples e duro de ouvir os descartados do país, por Pedro Fernando Nery; e uma entrevista com Maria Valéria Rezende, por Iara Biderman.
+ resenhas: nova edição do Maurice (trad. de Antonio Farinaci) de E.M. Forster, por Samir Machado de Machado; a ofensiva conservadora dos Estados Unidos, por Ana Paula Manrique Amaral; o clássico da sociologia de Richard Sennett, por Mariana Schiller; histórias policiais de Seichō Matsumoto, por Iara Machado Pinheiro; e os anos rebeldes de Portugal na voz de Hugo Gonçalves, por Paulo Lannes.
+ colunas: Paulo Roberto Pires escreve sobre a lógica influencer no mundo dos livros; Djaimilia Pereira de Almeida relembra tensões entre mãe e filha; Humberto Brito analisa as tendências fascistas em Portugal; Ondjaki resgata histórias familiares; e Renato Parada fotografa Paulo Schiller, psicanalista e tradutor, autor de A paixão pela mentira: a família e as tiranias.
A edição de janeiro destaca 12 livros e traz um listão com 107 lançamentos em 23 áreas.
A Quatro Cinco Um é uma revista voltada a quem lê livros sem parar. Mensalmente, a publicação cobre cerca de vinte áreas, com resenhas e serviços sobre mais de cem livros recém-lançados.
A Quatro Cinco Um de janeiro traz um especial sobre Zadie Smith. Em entrevista a Iara Biderman, a escritora inglesa fala sobre A fraude, seu primeiro romance histórico, que chegou ao Brasil em 2025 pela Companhia das Letras. A revista dos livros traz ainda um ensaio de Smith sobre sua relação com a escrita. A tradução é de Camila von Holdefer, que também verteu para o português o romance da autora. Fotografia da capa: Kemka Ajoku.
A primeira edição de 2026 traz uma entrevista com Leonardo Padura, por Isabel Lucas; e uma resenha de Ir até Havana (trad. de Monica Stahel), o mais recente lançamento do escritor cubano no Brasil, por Bianca Tavolari. Abrindo o ano, temos ainda um ensaio de Milton Hatoum sobre Lavoura Arcaica e os noventa anos de Raduan Nassar; um perfil de Ruth Rocha, por Marcella Fraco; e textos sobre o Nobel de Literatura László Krasznahorkai, por Luis Campagnoli e Kelvin Falcão Klein.
Janeiro traz também textos sobre os brasileirismos na tradução dos versos de Lord Byron, por Leonardo Fróes (1941-2025); as lembranças de infância de Domenico Starnone, por Francesca Cricelli; a fabulosa história dos números de Marcelo Viana, por Jana Viscardi; o trabalho simples e duro de ouvir os descartados do país, por Pedro Fernando Nery; e uma entrevista com Maria Valéria Rezende, por Iara Biderman.
+ resenhas: nova edição do Maurice (trad. de Antonio Farinaci) de E.M. Forster, por Samir Machado de Machado; a ofensiva conservadora dos Estados Unidos, por Ana Paula Manrique Amaral; o clássico da sociologia de Richard Sennett, por Mariana Schiller; histórias policiais de Seichō Matsumoto, por Iara Machado Pinheiro; e os anos rebeldes de Portugal na voz de Hugo Gonçalves, por Paulo Lannes.
+ colunas: Paulo Roberto Pires escreve sobre a lógica influencer no mundo dos livros; Djaimilia Pereira de Almeida relembra tensões entre mãe e filha; Humberto Brito analisa as tendências fascistas em Portugal; Ondjaki resgata histórias familiares; e Renato Parada fotografa Paulo Schiller, psicanalista e tradutor, autor de A paixão pela mentira: a família e as tiranias.
A edição de janeiro destaca 12 livros e traz um listão com 107 lançamentos em 23 áreas.